A falácia das novas oportunidades.
A pretensa correlação positiva entre a qualificação e o emprego que muitos políticos e economistas afirmam acriticamente é uma falácia que merece ser desmontada. Apresento para isso duas contribuições: a de um texto recente de um autor português, José Soeiro, e a de um video de um professor belga, Nico Hirtt (que na parte final desse video se debruça sobre esse assunto).
Vejamos primeiro a parte inicial do texto com título de "Novas oportunidades?"
"A recente campanha das “novas oportunidades” promovida Governo é de uma enorme ironia. Mas é mais do que isso: ela exprime uma ideologia da formação que acentua a desvalorização de certas funções e que subordina a educação ao mercado; assenta numa profecia relativamente às qualificações que é desmentida pela realidade; e constitui um verdadeiro mecanismo de dissimulação do problema mais grave com que o país se defronta, que é a ausência de emprego e a destruição do trabalho com direitos, nomeadamente para os jovens. Analisemos então com mais detalhe cada uma destas três questões."
Vejamos primeiro a parte inicial do texto com título de "Novas oportunidades?"
"A recente campanha das “novas oportunidades” promovida Governo é de uma enorme ironia. Mas é mais do que isso: ela exprime uma ideologia da formação que acentua a desvalorização de certas funções e que subordina a educação ao mercado; assenta numa profecia relativamente às qualificações que é desmentida pela realidade; e constitui um verdadeiro mecanismo de dissimulação do problema mais grave com que o país se defronta, que é a ausência de emprego e a destruição do trabalho com direitos, nomeadamente para os jovens. Analisemos então com mais detalhe cada uma destas três questões."
Etiquetas: Critica
