quarta-feira, setembro 06, 2006

Descaramento

De novo à carga, o Ministério da Educação tem o descaramento de apresentar uma segunda versão do "Regime legal..." que em vários pontos é mais negativa ainda que a primeira.
E os processos negociais que esta gente do ME utiliza dizem tudo sobre sobre si próprios. Ver no site da Fenprof.
Que dizer? Muito.
Que fazer? Mais ainda.
Os professores que queiram lutar por um Estatuto digno da sua profissão devem lutar com todos os meios ao seu alcance.
A Fenprof como a organização sindical mais representativa dos professores portugueses pode contar com o meu apoio na luta.

9 Comentários:

Blogger Miguel Sousa disse...

pode contar comigo também, pena é que ao contrario de outros movimentos sindicais este sofra do mesmo mal que a minha amada Madeira...é governada há muito tempo pelas mesmas pessoas...

10:42 da tarde  
Blogger Prof24 disse...

Com o meu também!

5:03 da manhã  
Blogger Miguel Sousa disse...

Caro Henrique, o mal neste país e que deixamos de chamar os nomes certos, porque criou-se a mania de que quando se chamam fascista, ou neoliberal a alguém, estamos a insultar, quando na realidade estamos a chamar o nome eventualmente certo. Este é regime neoliberal, injusto, com muitos "quês" ao nível da violação constituição nomeadamente ao nível do direito à doença...quanto à avaliação pelos pais, acho que a montanha pariu um rato

6:06 da tarde  
Anonymous paulo g. disse...

Enquanto líderes sindicais e as direcções excutivas não tiverem limitações de mandatos, dificilmente deixarão de "descolar" da realidade do prof. comum.

6:38 da tarde  
Blogger henrique santos disse...

Caro Paulo, concordo com a sua ideia de, na sequência da do Miguel Sousa, advogar a limitação de mandatos. É uma medida essencial e cabe aos professores sindicalizados promoverem as alterações estatutárias que possam dar-lhe realidade.
Não acho é que seja este, o momento adequado para se promover activamente esse processo.
Já agora refiro que percorri, ainda que não muito demoradamente, o seu blog que me pareceu de qualidade excelente em todos os aspectos. Penso que serei assíduo visitante.

7:12 da tarde  
Blogger Anti_Eduquês disse...

Realmente, este ministério gosta de aparecer com surpresas em cima da hora.
Uma coisa que reparei ao ler esta nova "proposta" é que a sua qualidade é muito superior à anterior. Já não misturam funções com requisitos, tarefas e missões. E o texto está muito mais claro. De qualquer forma, as questões essenciais continuam por lá...!

Por isso acho que vamos ter uma início de ano lectivo bastante quente!!

7:37 da tarde  
Anonymous Anónimo disse...

Discordo,
Esta nova versão está tão mal escrita quanto a primeira. Pior é impossível.Não é claro, mas isso é propositado. É texto para lançar a confusão, mais ainda do que o primeiro, se tal é ainda possível!
A 3ª versão será a menos clara de todas.É tipo Missão Impossível I, II e III, mas sem a qualidade dos efeitos especiais.

1:04 da manhã  
Anonymous paulo g. disse...

É necessário renovar métodos, renovar caras, renovar estratégias “de luta”, para não descartar esta expressão algo datada. O essencial dos conflitos públicos passa actualmente por questões de imagem e pela forma como é passada a mensagem que, claro, será melhor se tiver conteúdo e se for clara na sua formulação. Não adianta colocarmos ninguém a descabelar-se estridentemente perante a Ministra ou os Secretários de Estado.

4:04 da tarde  
Blogger henrique santos disse...

Paulo
as questões da imagem são extremamente importantes neste mundo tão dominado pelo mediático.
Continuo de qualquer forma a ver nas formas de luta tradicionais um valor inultrapassado nos tempos que correm. Sejam elas bem organizadas e utilizadas e, porque não, mediaticamente cuidadas.
Anonymus
a sua tese parece-me bastante exacta, como interpretação da estratégia ministerial.

7:35 da tarde  

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